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Proposta de aporte

24.867 pessoas compraram um terreno e ainda não construíram. A gente sabe o nome de todas.

Existe um crédito no mercado que financia a construção da casa usando o próprio lote como entrada. Quem oferece esse crédito precisa achar essas pessoas. Nós já falamos com elas todos os dias — atendemos a cobrança de sete loteadoras, e isso deu acesso direto, nominal e autorizado a quem comprou terreno e ainda não construiu.

24.867 compradores de lote na base
9.000 com potencial de aprovação no financiamento
R$ 500 mil piso contratual — devolvidos em até 12 meses, dê no que der
mês 6 no cenário base, o investidor dobrou e a participação encerrou

Você põe R$ 250 mil. No quinto mês já tirou o seu de volta. No sexto você dobrou — R$ 500 mil recebidos e participação encerrada. E se nada disso acontecer, você recebe R$ 500 mil em até 12 meses — porque está no contrato, e a diferença sai do nosso caixa.

Quanto entra no seu bolso, mês a mês

O investidor recebe metade do resultado da operação conforme ele entra, até dobrar o aporte (2×). Ao atingir, a participação encerra.

MêsVocê recebeAcumuladoSobre o aporte
1 e 2———campanha no ar e propostas no banco
3R$ 22.543R$ 22.5430,09×primeiras liberações de crédito
4R$ 153.868R$ 176.4110,71×
5R$ 178.893R$ 355.3041,42×você já tirou o seu de volta
6R$ 144.696R$ 500.0002,00×quitado — participação encerrada

Os dois primeiros meses não têm entrada porque a comissão só vence quando o banco libera o financiamento, e a análise leva até 60 dias. O repasse cai no mês seguinte.

Prazo curto e fim definido. Ao chegar em 2× (R$ 500 mil) a participação encerra e a operação segue sozinha. Não é sociedade sem prazo: é capital com retorno definido, devolvido rápido, numa operação que continua rendendo depois de quitá-lo.

E se a tabela acima não acontecer

Aquela tabela é a projeção do cenário base, e projeção não é promessa. Então colocamos uma promessa ao lado dela: R$ 500 mil devolvidos em até 12 meses — os R$ 250 mil do aporte mais R$ 250 mil de retorno — independentemente do que a operação render. Se ela render menos que isso, a diferença sai do caixa da Consultetech, não do seu bolso.

Por que 12 meses, e não um prazo qualquer. A receita desta operação se realiza praticamente inteira até o mês 11: é o tempo de acionar a base em ondas, o cliente juntar documento, o banco analisar em até 60 dias e o repasse cair no mês seguinte. No mês 12 já não há mais nada relevante entrando. Assumir 12 meses é assumir o prazo em que a operação já mostrou tudo o que tinha para mostrar — não é prazo escolhido para empurrar a conta para a frente.

Como a operação ganha dinheiro

A Makasí é a instituição que estrutura e garante o financiamento de construção. Nós indicamos o cliente e recebemos comissão sobre cada crédito que sai.

Num contrato de R$ 300 milValor
Comissão de 2% sobre o créditoR$ 6.000paga integralmente na liberação
Bonificação pela modelagemR$ 700por operação
Bonificação pelo term sheet assinadoR$ 1.000por operação
Total por contrato fechadoR$ 7.700

R$ 300 mil é o piso da régua da Makasí — o menor crédito que ela aceita. Todo este documento projeta com o piso, nunca com uma média inflada. O perfil médio de cliente que a Makasí atende hoje tem crédito de R$ 1,2 milhão.

Uma segunda fonte, que não depende da nossa base

Ao indicar um construtor à Makasí, passamos a receber até 1% de tudo que ele financiar, enquanto ele operar. Loteadora conhece construtor — é o nosso acesso natural, e essa receita entra mesmo que a conversão da base fique abaixo do previsto.

Os três cenários

Mesma base e mesmo ticket. O que muda é quantos dos 9.000 candidatos fecham contrato.

PisoBaseOtimista
Contratos fechados100325600
Dos 9.000 candidatos1,1%3,6%6,7%
Receita da operaçãoR$ 920 milR$ 2,80 miR$ 6,58 mi
O que a operação gera para vocêR$ 335 milR$ 1,17 miR$ 2,94 mi
O que você recebeR$ 500 mil
o piso contratual cobre a diferença
R$ 500.000R$ 500.000
Sobre o aporte2,00×2,00×2,00×
Quando encerramês 12, pelo pisomês 6mês 5

No cenário piso, o prejuízo é nosso. Com 100 contratos a operação gera R$ 335 mil para o investidor — R$ 165 mil abaixo do piso contratual de R$ 500 mil. Essa diferença sai do caixa da Consultetech, e o que sobra para a casa cai de R$ 335 mil para R$ 170 mil. Assumimos isso de propósito: é o que separa uma projeção bonita de um compromisso.

O risco que continua sendo seu. Não há garantia real, penhor nem bem dado em garantia. O piso de R$ 500 mil é obrigação contratual da Consultetech, e vale o quanto vale a empresa que assina. Se a operação for mal e a empresa não tiver caixa, você é credor — não titular de uma garantia. Está escrito aqui porque quem mostra só o cenário bom não merece o aporte.

Por que 325 contratos é realista

Não é o teto do que a base comporta — é pouco mais de três em cada cem candidatos.

Por que ninguém mais consegue fazer isso

Um correspondente bancário comum compra lista, paga mídia e liga para desconhecido. É esse o custo que nós não temos.

60 diaspara acionar as 24.867 pessoas — em ondas, estado por estado
100/diapessoas que a equipe acompanha depois da resposta
R$ 20–80o que se paga no mercado por UM lead de crédito
R$ 180–720 milo que custaria comprar 9.000 leads como esses

Comprar esse volume de leads custaria mais que o aporte inteiro — e ainda seriam desconhecidos. Aqui não há custo de aquisição: o comprador já é atendido por nós, já recebe boleto por nós e já responde às nossas mensagens. A conversa começa com relacionamento, não com abordagem fria.

Os 60 dias não são espera — correm junto com o banco. Tecnicamente a base inteira sairia em três dias. Levamos 60 de propósito: as ondas são espaçadas para que a mídia paga acompanhe cada estado — a próxima seção explica como — e para que a equipe dê conta de responder. Enquanto a quarta onda sai, as propostas da primeira já estão em análise no banco. O alcance não é o que atrasa o resultado.

Como a divulgação funciona: onda por onda, estado por estado

A mensagem direta e a mídia paga não são duas campanhas. São a mesma campanha, apontadas para o mesmo lugar ao mesmo tempo.

  1. Recortamos a base por estado e cidade. Sabemos onde cada pessoa comprou o lote — a carteira vem da loteadora com o empreendimento e a praça de cada comprador.
  2. Disparamos a onda naquela praça — e-mail, SMS e WhatsApp para os compradores daquele estado, e só deles.
  3. No mesmo dia sobe a mídia paga cercando o mesmo estado. Instagram, Facebook e Google com a segmentação geográfica fechada exatamente nas cidades da onda.
  4. A pessoa recebe a mensagem e depois nos vê no feed. Deixa de ser um contato solto e passa a ser uma empresa que ela está vendo em todo lugar. É isso que separa a mensagem lida da mensagem respondida.
  5. Medimos a onda antes de subir a próxima. Resposta, custo por resposta e contratos, por estado. A verba da onda seguinte vai para onde a anterior respondeu melhor — e a praça que não responde é abandonada cedo, não no fim do orçamento.

Isso não é plano — a ferramenta já faz. A praça de cada pessoa já está no cadastro e a nossa plataforma de campanha já monta a onda filtrando por estado. Dos 6.867 compradores já carregados e conferidos, as três maiores concentrações são Pará com 3.072 pessoas, Rondônia com 1.182 e Pernambuco com 694 — a primeira onda já tem tamanho para pagar a própria mídia.

O que a concentração geográfica muda

A verba não se dilui. R$ 58 mil de mídia espalhados pelo Brasil não aparecem para ninguém. Os mesmos R$ 58 mil concentrados em uma praça por vez fazem a mesma pessoa ver a marca várias vezes na semana em que ela recebeu a nossa mensagem. É repetição no lugar certo, não volume.

O anúncio pesca fora da base. Quem tem lote na mesma região e não está na nossa carteira também vê. Esse contato entra sem custo de lista — e é a prova que levamos para a próxima loteadora, que traz a carteira inteira dela junto.

Cada onda é um teste barato. Se a abordagem estiver errada, o erro fica preso a um estado e é corrigido antes da onda seguinte. Campanha nacional descobre o erro depois de gastar tudo.

A conta da mídia: cerca de R$ 2,30 por pessoa da base — os R$ 58 mil de tráfego pago divididos pelas 24.867 pessoas, além dos R$ 2,2 mil de e-mail e SMS. No mercado, um lead de crédito comprado custa de R$ 20 a R$ 80, e vem sem nome, sem relacionamento e sem saber se a pessoa tem um lote.

A estrutura do aporte

Simples de propósito. Contrato que precisa de explicação longa é contrato que gera briga depois.

ItemComo funciona
ValorR$ 250 mil
Destinocusteia integralmente a operação: equipe, campanha, mídia paga, tecnologia e o intervalo até o primeiro repasse
Retorno50% do resultado da operação, repassado conforme entra
Piso contratualR$ 500 mil em até 12 meses — os R$ 250 mil do aporte mais R$ 250 mil de retorno, independentemente do desempenho da operação
Teto2× o aporte — R$ 500 mil
Prazo esperadocapital de volta no mês 5 · teto atingido no mês 6, no cenário base · piso honrado até o mês 12, em qualquer cenário
Ao atingir o tetoa participação encerra e a operação segue sozinha
Garantiao piso é obrigação contratual da Consultetech, não garantia real — não há bem dado em penhor
Prestação de contasrelatório mensal com contratos fechados, valores liberados e repasses

O que pode dar errado

Os quatro riscos que mais pesam, ditos sem maquiagem. Com o piso de R$ 500 mil, os três primeiros viraram problema nosso — mas você precisa conhecê-los para julgar se aguentamos o tranco.

1 · A operação ainda não foi ao mercado. As taxas de conversão deste documento são estimativas fundamentadas, não histórico — ninguém ofereceu este crédito a esta base ainda. É exatamente isto que o aporte compra: o número real, medido nos primeiros 90 dias.

2 · Quem aprova o crédito é o banco. Não controlamos a análise. Mudança de política de crédito afeta o resultado diretamente, e não há o que fazer do nosso lado quando isso acontece.

3 · Nem todos os 9.000 passam. Além de renda e crédito mínimo, o cliente precisa ter até 55 anos para iniciar o financiamento e já ter 20% do valor financiado investido no lote. Parte dos candidatos não passa nesses filtros, e o piloto dos primeiros 30 dias existe para medir quanto.

4 · A operação depende de um parceiro só. Toda a receita vem do contrato com a Makasí. Abrir um segundo correspondente é meta do segundo semestre de operação.

Os primeiros 30 dias

  1. Integrar a base nova — 18 mil compradores, pelo mesmo processo que já tratou as outras seis carteiras. Confirma ou corrige o número de candidatos.
  2. Primeira onda em um estado só — 500 pessoas por e-mail, SMS e WhatsApp, com a mídia paga cercando as mesmas cidades no mesmo dia. Devolve a taxa de resposta real e o custo por resposta que dimensiona todas as ondas seguintes.
  3. Primeiras dez propostas enviadas ao banco, para medir o tempo real entre o contato e a liberação.
  4. Assinar o primeiro construtor — a fonte de receita que rende independente da base converter.

Ao fim desses 30 dias, as estimativas viram números medidos, e o investidor recebe o primeiro relatório com dado real. O aporte financia a descoberta e a execução ao mesmo tempo.

Próximo passo
Conversar com o Joaquim Simão
Fundador · Consultetech
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